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Você está antenado nas tendências 2021 para a indústria de alimentos e bebidas?

Conhecer as tendências nos auxilia na tomada de decisões estratégicas e a observar as movimentações de mercado e preferências de um novo consumidor que sabe o que quer. Por isso, em dezembro de 2020 trouxemos as tendências que estariam em alta em 2021, mas como o ano está apenas começando, resolvemos relembrar para te ajudar com possíveis dúvidas que ainda existam.

Conheça as Tendências 2021 apontadas no Relatório NutriConnection.

 

Reinvenção dos alimentos funcionais 

Os alimentos funcionais são tendência há alguns anos. Eles evoluem constantemente e são reinventados na medida em que as pesquisas científicas evoluem e, em consequência, as indústrias conseguem incorporá-los em seus produtos, oferecendo diversos benefícios à saúde além de nutrir.
Em contrapartida, houve uma crescente preocupação com a saúde entre os consumidores, sendo este um dos maiores impulsionadores dos alimentos funcionais no mercado. Portanto, o valor agregado para a saúde pode ser de importância decisiva na compra de alimentos e bebidas.

Além disso, a pandemia do COVID-19 contribuiu para o aumento da procura desse tipo desse produto, principalmente os que possuem foco no reforço do sistema imunológico.

 

Proteínas e crescimento do plant-based

Produtos fortificados com proteínas tornam-se cada vez mais populares entre os consumidores e a proteína está associada ao aumento de massa magra, aumento da saciedade, melhora das funções entre os idosos e outros benefícios.

Além dos produtos lácteos e suplementos proteicos que são comumente encontrados no mercado, a opção por uma dieta plant-based vem se mostrando como uma importante alternativa de consumo frente aos ingredientes de origem animal. Se antes, essa dieta estava presente apenas no dia a dia de um vegetariano e vegano, hoje, ela foi incorporada por diversos consumidores que se preocupam com saúde, meio-ambiente e bem-estar expandindo assim, a possibilidade para diversos mercados.

 

Digitalização e Tecnologia

A capacidade de inovar é uma das exigências de mercado para manter a competitividade dos negócios. Em um ano tão desafiador como 2020, uma força ainda maior como a da pandemia trouxe a necessidade de que os processos da indústria, da corporação e até mesmo da sociedade acelerassem de tal forma que a digitalização para o mercado de alimentos deixou de ser vista como uma possibilidade, passando a se tornar uma realidade imprescindível.

Foi preciso um olhar atento das empresas para toda cadeia produtiva, adequando as medidas de segurança exigidas pelos órgãos de saúde. Além de prestar atenção ao movimento dos próprios consumidores que tiveram seus estilos de vida alterados e necessitavam de novas maneiras para fazer compras. Mais uma vez a tecnologia se mostrava fundamental para superar os obstáculos do novo normal.

A digitalização no mundo pré-COVID-19 era vista como uma vantagem para as empresas de alimentos. Agora ela passou a ser um fator preponderante para que elas sobrevivam.

 

Casa ou home-office?

A pandemia do coronavírus atingiu drasticamente a vida de todos. Rapidamente, o consumidor teve que se adaptar à nova rotina conciliando trabalho, convivência em família e lazer sob o mesmo teto e até os pets sentiram essa mudança, afinal muitos deles ficaram proibidos até de se comunicar. Esse novo formato, trouxe muitas vantagens como o fato de não ter que se deslocar e nem ficar no trânsito, mas trouxe também impactos negativos em relação a saúde mental e bem-estar.
Em meio a todo esse cenário houve um aumento expressivo na digitalização e oferta de produtos e serviços relacionados ao home office.

 

Sustentabilidade como aliada das marcas com propósito

O mercado moderno criou uma geração de clientes que trazem maiores demandas e desafios. Consumidores de todas as idades e rendas estão dispostos a pagar preços mais altos por produtos alinhados com seus valores pessoais.

É por isso que não só a indústria de alimentos como também os outros setores econômicos devem estar atentos a essas mudanças. Dessa maneira, algumas empresas estão se movendo no sentido de promoverem ações sustentáveis que não só ajudem a melhorar o meio ambiente, mas que, ao mesmo tempo, reflitam os novos propósitos dos consumidores.

 

Idosos – como se comunicar com este público e criar valor

A expectativa de vida tem crescido nos últimos anos. De acordo com o relatório World Population Prospects de 2019, essa expectativa é de que em 2050 uma em cada seis pessoas terá mais de 65 anos (aproximadamente 16% da população). O público sênior tem interesse em ter boas experiências de consumo e querem que as marcas falem a “mesma língua”, ou seja, entendam que o público idoso de hoje trabalha, se exercita e deseja independência. Essa perspectiva é importante para não criar comunicações estereotipadas.

 

Home Cooking

O ato de cozinhar em casa é uma tendência que começou há algum tempo: em dois anos, houve um aumento de 75% das buscas e preparo de novas receitas. Essa prática ficou ainda mais forte após a quarentena imposta pela pandemia de COVID-19. Durante este período as pessoas acabaram ficando mais íntimas da cozinha e os motivos são diversos: mais tempo em casa, busca por uma alimentação mais saudável, ausência da ajudante dos serviços domésticos, redução da renda, fechamento temporário dos restaurantes e até como forma de lazer e momentos de distrações. Os critérios mais importantes para escolha de uma boa receita foram: sabor, conveniência e facilidade, mas a saúde e a familiaridade com os ingredientes foram primordiais na escolha para se cozinhar.

 

Food Safety

O food safety será um conceito ou prática assegurada em 2021 reforçando o que já existia e adicionando os cuidados complementares em função do contexto introduzido pela situação inédita gerada pela pandemia de COVID-19.

 

Quer acessar o relatório na íntegra?

Clique aqui e baixe o Relatório NC Tendências 2021.